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Descrição

Cesta de tucum, tingimento natural 8 de altura x 29 de largura x 35 de profundidade A prática de trançar cestos é, para muitas etnias indígenas um conhecimento central de sobrevivência no mundo. Com eles, as mulheres podem manipular a mandioca que constitui a base de sua alimentação. Assim como cesto, outras peças do artesanato produzido em São Gabriel da Cachoeira possuem profunda ligação com a vida indígena. São artefatos presentes no cotidiano das comunidades, na pesca, caça, agricultura, nos rituais e nas danças. Todo o processo de produção, incluindo o manejo da matéria-prima, compõe esse conhecimento expresso nas cores provenientes do tingimento natural, nos diferentes trançados feito com as fibras vegetais e nos desenhos que adornam ou dão forma aos objetos. Além da cestaria, a Associação produz biojoias e porta-joias (samburás) com as sementes da região que casam tão bem com a fibra de tucum. A Associação de Artesãos Indígenas de São Gabriel da Cachoeira integra cerca de 30 famílias de diferentes etnias que produzem e comercializam artesanato. O grupo, para além da comercialização dos produtos, tem como preocupação a difusão da cultura indígena do Alto Rio Negro. A matéria-prima principal usada é a fibra vegetal das palmeiras de nome arumã e tucum. Os artesãos entram no mato em busca da planta que manejam de forma sustentável, tendo como base o conhecimento tradicional indígena herdado. Por se encontrar dentro de uma demarcação de Terra Indígena, os povos possuem licença para a extração de matéria-prima.